Os contos
de Os Arquivos de Deus versam sobre místicos e mistérios, vida e morte. Falam
de busca de sentido e transcendência, do pro-saico e do sublime, do convívio
humano com seus mais densos enigmas. O profano e o sagrado no cotidiano. Deus
é a Memória do Universo, de cuja essência participamos, na ex-pectativa de um
dia absorvê-la. Somos fração de um enredo sem fim, cuja trama alimentamos,
desconhecendo-a, desde Adão. Eis o que expõe o conto inicial, que dá nome ao livro. Os
Arquivos de Deus mesclam mistério e cotidiano, eterno e efêmero, mostrando a
relação íntima de ambos. O prosaico e o sublime companheiros de jornada do ser
humano. Não importa o cenário, a época ou a etnia: o Sagrado está tão próximo
e acessível como a mais banal circunstância. Dentro dessa lógica, como o rabino
e cabalista sefardi Abraão Abu-láfia, a mártir cristã Dorotéia e o Padre
Antonio Vieira; de personagens obscuros em quem não prestamos atenção; e de
figuras arquetípicas, que cumprem missão mesmo sem o saber.
A sociedade atual caracteriza-se pela busca da informação e do conhecimento. A educação dos indivíduos precisa enfatizar a leitura como via de inclusão social e de melhoria para a sua formação. Percebe-se o processo de construção e reconstrução do conhecimento em espaços que prezam pela leitura, como a escola e a biblioteca. A Biblioteca Inace está disponiblizando este blog para a divulgação de nossos livros e comentários de nossos leitores.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Os Arquivos de Deus
Os contos
de Os Arquivos de Deus versam sobre místicos e mistérios, vida e morte. Falam
de busca de sentido e transcendência, do pro-saico e do sublime, do convívio
humano com seus mais densos enigmas. O profano e o sagrado no cotidiano. Deus
é a Memória do Universo, de cuja essência participamos, na ex-pectativa de um
dia absorvê-la. Somos fração de um enredo sem fim, cuja trama alimentamos,
desconhecendo-a, desde Adão. Eis o que expõe o conto inicial, que dá nome ao livro. Os
Arquivos de Deus mesclam mistério e cotidiano, eterno e efêmero, mostrando a
relação íntima de ambos. O prosaico e o sublime companheiros de jornada do ser
humano. Não importa o cenário, a época ou a etnia: o Sagrado está tão próximo
e acessível como a mais banal circunstância. Dentro dessa lógica, como o rabino
e cabalista sefardi Abraão Abu-láfia, a mártir cristã Dorotéia e o Padre
Antonio Vieira; de personagens obscuros em quem não prestamos atenção; e de
figuras arquetípicas, que cumprem missão mesmo sem o saber.
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